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Feliz Natal

Queridos amigos visitantes silenciosos.

Como disse em posts abaixo… é um período que para tudo…até o blog..

Entrando em ritmo de festas e só volto quando a vida voltar ao *normal*… ou seja.. dia 2 de janeiro. (dia DOIS há de chegar… tenho fé… rs)

Pras amigos e amigas meu presentinho de natal.

Pras meninas

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Pros meninos

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E beba com moderação…papi noel bebado é ridículo

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dezembro 23, 2008 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Passou a Diligência 

Passou a diligência pela estrada, e foi-se; 
E a estrada não ficou mais bela, nem sequer mais feia. 
Assim é a ação humana pelo mundo fora. 
Nada tiramos e nada pomos; passamos e esquecemos; 
E o sol é sempre pontual todos os dias.

Alberto Caieiro

Alberto Caeiro (16 de Abril de 1889  1915) é considerado o mestre dos heterónimos de Fernando Pessoa, apesar da sua pouca instrução.

Foi um poeta ligado à natureza, que despreza e repreende qualquer tipo de pensamento filosófico, afirmando que pensar obstrui a visão (“pensar é estar doente dos olhos”).

Apresenta-se como um simples “guardador de rebanhos” que só se importa em ver de forma objetiva e natural a realidade. É um poeta de completa simplicidade, e considera que a sensação é a única realidade.

dezembro 21, 2008 Posted by | mosaico de letras | Deixe um comentário

Todo cuidado é pouco

Por medida de precaução chequem a lista de passageiros pra conferir se esse cidadão se encontra:

– no mesmo avião

– no mesmo ônibus

– no mesmo trem

– no mesmo metrô

– na bicicleta que trafega perto de vc.

 e

olhe pros lados e pergunte o nome dos transeuntes que passeiam na mesma calçada.

 

. Frane Selak: Escapou de um acidente de trem, avião, ônibus, um carro em chamas e 2 acidentes automobilísticos

 

O professor de música croata, Frane Selak (nascido em 1929) teve sua primeira experiência quase-morte em janeiro de 1962, quando Selak pegou um trem e o mesmo descarrilou, matando 17 passageiros, ele conseguiu escapar apenas com um braço quebrado. Um ano mais tarde, sofreu um acidente de avião, acordando alguns dias mais tarde no hospital com pequenas lesões. Em 1966,o ônibus em que Selak estava, caiu em um rio e matou 4 pessoas. Selak saiu ileso, passando ainda por mais 3 acidentes de carro.

 

http://br.noticias.yahoo.com/s/19122008/48/entretenimento-dez-pessoas-sobreviveram-impossivel.html

dezembro 21, 2008 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

“A única coisa a fazer com os bons conselhos é passá-los a outros; pois nunca têm utilidade para nós próprios.”

 

Oscar Wilde nasceu em 16 de outubro de 1854 em Dublin, Irlanda
Foi educado no Trinity College, Dublin e mais tarde em Oxford. Lá ele recebe a influência de Walter Pater e da doutrina da “arte pela arte”. Em 1879, vai para Londres, para estabelecer-se como líder do “movimento estético”. Em 1881 é publicada uma coletânea de seus poemas. Em 1882, sem dinheiro, aceita participar de um ano de viagens entre USA e Canadá. Essa viagem lhe rendeu fama e fortuna.

Em 1884, casa-se com a bela Constance Lloyd. Com a publicação de “Retrato de Dorian Gray”, sua carreira literária deslancha. Oscar e Constance tinham 2 filhos: Cyril e Vyvyan. Mas uma noite, Robert Ross, um hóspede canadense jovem, seduziu Oscar e forçou-o, finalmente, a confrontar-se com seus sentimentos homossexuais que o perseguiam desde a época em que era estudante.

Anos depois Oscar foi preso com acusações de conduta homossexual e sentenciado a 2 anos de prisão com trabalhos forçados, sendo a última parte em Reading Gaol. As condições calamitosas da prisão causaram uma série de doenças e o levou às portas da morte. Foi declarada, ainda, sua falência.

Morreu como um homem arruinado em 30 de novembro de 1900.

dezembro 20, 2008 Posted by | mosaico de letras | Deixe um comentário

Germinação

Cinza

Dia cinza, dia molhado.

Melancólico.

A vida espera.

Em algum canto…também espero

tranquila

Não tenho pressa… não precipito

Não pulo etapas… pondero.

Deixo que o tempo se encarregue

Que a chuva dilua.

que a semente germine.

que as flores brotem

Que chegue o momento de festejar o sol

E A VIDA

*lorena*

 

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dezembro 19, 2008 Posted by | Uncategorized | 1 Comentário

Sorria!!

 

 

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sorria____

 

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dezembro 18, 2008 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo… Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude – mas que trabalheira!

Mario Quintana

dezembro 17, 2008 Posted by | mosaico de letras | Deixe um comentário

Estressada? Eu???????

Nessa época me sinto a própria *espírito de porco*…

 Todo mundo cantando Jingle Bell

E eu procurando saber como se abate renas em pleno vôo..

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dezembro 17, 2008 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Esse é dos meus

Jingle Bell prá vocês

Mário Prata

 

Não gosto do Natal. Não chego a odiar mas não gosto. Nunca gostei. Desde pequeno, no interior. Papai Noel sempre me assustou. Gostava de preparar a árvore com dias de antecedência, apesar de não concordar em colocar algodão para “simbolizar” a neve. Gostava de imaginar os presentes. Aliás, não gosto nem de dar e nem de receber presentes em datas certas. O presente é bom quando você não espera. No aniversário, Natal, Dia da Criança, depois Dia dos Pais, acho um saco de Papai Noel. O presente, conforme a palavra em si se explica, é uma presença. Portanto, não pode ser datada. Não deve ser uma obrigatoriedade.Além de não gostar do Natal, em alguns aspectos, ele chega a ser irritante: Em vários aspectos. Senão, vejamos:

— Quer coisa mais irritante durante o mês de dezembro do que ir a um barzinho ou restaurante, de noite, para tomar um chopinho e ter, ao seu lado, aos gritos, berros e urros, uma “festinha da firma”, com risos histéricos, discursos profundos e etílicos do “chefe”, gozações com a “gostosa” da firma e a indefectível troca de “amigos secretos?” Por que gritam tanto nas “festinhas da firma?” E quando você vai ao banheiro sempre tem um ou dois funcionários burocraticamente vomitando. Como se vomita no Natal! Principalmente os bancários.

— E o “amigo secreto” então? Já notaram que sempre sai para quem não é nem muito amigo e muito menos muito secreto? E você passa o mês inteiro tendo que imaginar o que vai dar praquele chato. Se o “amigo secreto” já é uma relação constrangedora na firma, em família então, nem se fala. Em primeiro lugar, porque dois ou três dias depois do “sorteio”, todo mundo já sabe quem é o amigo de quem. Você já sabe pra quem vai dar e de quem vai receber. Essas informações sempre vazam no seio familiar. Sempre tem uma irmã que sabe de todos, ninguém sabe como. E você que torceu para não sair aquela prima fofoqueira, pois é justamente com ela que você vai se abraçar logo mais. E dizer todas aquelas frases. Todas, são insubstituíveis.

— E as propagandas de Natal? Existe coisa mais horrível que este bando de gordos com brancas barbas, puxados por veadinhos? A publicidade brasileira é uma das melhores do mundo, perdendo talvez apenas para a inglesa. Mas, chega o Natal, baixa o “espírito natalino” nos criadores das agências e dá no que dá. Eles não conseguem (há 1.994 anos) fazer um único anúncio sequer decente nessa época. São constrangedores, amadores, dignos de um Papai Noel de mentirinha. Tem uns, mais “criativos”, que até neve têm, debaixo dos 40 graus de dezembro.

— E aqueles Papais Noéis que vão de casa em casa e os pais obrigam as criancinhas a dar beijo naquele sujeito imenso, barba descolada, sapatão de militar, já meio bêbado depois de passar em várias casas de amigos e parentes? As criancinhas esperneiam, não dormem semanas seguidas, sonhando com aquele monstro que o pai fez beijar. Meu Deus, é um outro pai que eu tenho?, devem pensar os pequenininhos da família. E o monstro ainda diz “coisas” para os indefesos, presos nos braços do pai ou da mãe, quiçá da avó: este ano, não vai fazer malcriação, vai comer toda a papinha, não vai mentir e nem fazer xixi na cama, viu, Rony? Coitados.

— Mas o pior mesmo é a ceia, propriamente dita. Com o passar dos anos, a família vai crescendo e de repente já são quatro gerações que estão ali, de olho no peru. Umas 50 pessoas. E ali dá de tudo. Cunhados que não se falam, a velhinha que não escuta os planos do asilo, o fulano que está falido, coitado, a prima que está dando para um sobrinho, aquele casal que está separado mas que, no Natal, baixa o “espírito” e eles comparecem juntos. Todo mundo sabe que se odeiam. Mas é Natal. Aquele tio que deve tanto para o seu irmão também está lá. Mas é Natal. E a irmã que não pagou a trombada que ela deu com o carro do tio-avô? Tudo é permitido. Afinal, é Natal. Nasceu quem mesmo? Jesus, não foi? E, por isso, à meia-noite, todos dão as mãos e rezam (des)unidos.

— E, para terminar: existe música mais chata que Jingle Bell?

Já o Reveillon, é o maior barato. É quando tomamos o porre para tirar e esquecer a ressaca do Natal. Mas não adianta. No ano que vem, tem outro Natal.


Texto extraído do livro “100 Crônicas”, Cartaz Editorial – São Paulo, 1997. pág. 148.

 

Mario Alberto Campos de Morais Prata é natural de Uberaba (MG), onde  nasceu no dia 11 de fevereiro de 1946. Foi criado em Lins, interior de São Paulo. Com 10 anos de idade já escrevia “numa velha Remington no laboratório de meu pai (…) crônicas horríveis, geralmente pregando a liberdade e duvidando da existência de Deus”.

Na década de 60, em plena revolução, inicia o curso de Economia na USP. Desse tempo relembra: ” a gente se orgulhava: a gente era comunista (    ) um dia o DOPS chegou lá e levou a gente. Apesar da opinião contrária dos familiares e dos amigos e movido pela vontade cada vez maior de ser escritor, resolveu pedir demissão do Banco do Brasil e abandonar a faculdade de Economia.
A partir de então vem obtendo sucesso com inúmeros livros, novelas, peças, roteiros, etc., tendo sido agraciado com diversos prêmios nacionais e internacionais

 

dezembro 17, 2008 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

 

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Um sonho adormece

 

 

 

 

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dezembro 12, 2008 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário